sexta-feira, 6 de julho de 2012

PROSSEGUIR APESAR DE ...

Há este peso que carrego sozinho
Minhas costas curvam-se ante tamanho Atlas
Não posso dormir ou pestanejar
Posso assim lançar por terra sonhos não só meus
Sigo arqueado mais em frente
Prometi dias bem melhores que os meus são
Não posso falhar ou parar em obstáculos
As pernas teimam em tremer
O coração a bater descomparçado
O suor frio percorre o corpo e cega
A respiração ofegante demonstra o cansaço
A boca aberta busca o ar da vida
Prosseguir ate realizar sonhos QUE JÁ NÃO SÃO OS MEUS !

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